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Por muitas vezes, em nossa carreira profissional e até mesmo em nossa vida, nos envolvemos tanto com alguns paradigmas que acabamos paralisando alguns aspectos do nosso desenvolvimento. O convite é para que lancemos um outro olhar acerca de nossas maiores dificuldades, que possamos enxergar mais do que a “ponta do iceberg”, procurando nos des-envolvermos daquilo que nos paralisa e impede o nosso crescimento.

Quantas vezes atribuímos a responsabilidade de nossas dificuldades e/ou “fracassos” ao mundo externo? Não é raro ouvirmos frases do tipo: “Não encontro nesta empresa um ambiente propício para o meu desenvolvimento”; “A equipe em que estou inserido não tem competência, por isso não atingimos o objetivo”; “Fui demitido por conta de uma reestruturação da empresa”. Talvez esta última frase seja a mais ouvida por profissionais que atuam na área de Recrutamento e Seleção, na atualidade. Podemos nos contentar com essa justificativa, mas isso é apenas a “ponta do iceberg”. Temos dificuldade em buscar o que pode estar por trás desta justificativa, e a dificuldade está exatamente em resgatar o contato com os nossos pontos de melhoria, principalmente, no que diz respeito à possibilidade de nos depararmos com aquilo que nos paralisa e impede que nos des-envolvamos.

De acordo com o documentário What the bleep do we know? Ou, Quem somos nós? Como ficou conhecido no Brasil, nos acostumamos com a idéia de que não temos controle sobre a nossa realidade, o que acaba sendo confortante em algumas situações. Porém, aos nos contentarmos com ela, voltamos o olhar somente ao mundo externo e deixamos de visitar o nosso interior. O documentário cita que fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o interno e procurar salientar que devemos prestar atenção que o que acontece conosco internamente irá criar o que acontece conosco externamente.

Um dos caminhos mais próximos para entendermos a projeção que fazemos do nosso mundo interno, e para desconstruirmos modelos mentais que nos paralisam e impedem o nosso desenvolvimento, é busca constante da prática do feedback . Abertura para ouvir, visitar idéias e opiniões alheias, abre a possibilidade para que re-visitemos os nossos próprios paradigmas.

Os modelos mentais são responsáveis pela forma que conduzimos nossas vidas, interferindo ou mesmo filtrando nossas percepções do ambiente externo, vinculados aos processos educacionais formais e familiares pelos quais passamos ao longo de nossa existência. Com estes, formulamos a maneira de atuação mais “adequada” ao conjunto de valores e preceitos aceitos por nós. Por meio dos modelos mentais aos quais nos prendemos, construímos as visões do mundo externo, fazendo com que as realidades e/ou possibilidades sejam captadas, parametrizadas por estes limites por nós criados. Segundo Hampson e Morris (1996), “um modelo mental é uma representação interna de informações que corresponde analogamente com aquilo que está sendo representado.”

A idéia a ser passada é a de que devemos começar a imaginar como uma carreira construída sem apegos a modelos mentais pré-existentes pode decolar a patamares inimagináveis, alcançando assim, níveis de excelência pautados por ações criativas e inovadoras, bem como atingir ambientes e contextos antes não visitados e que nunca se imaginou possíveis. Para isso, precisamos nos desapegar das justificativas que na maioria das vezes atribuímos ao mundo externo e colocar o foco de nosso des-envolvimento em nós mesmos!

Profa. Izabela Mioto de Mattos

O tema era “comportamentos anti-sociais”: Pequenos danos que algumas pessoas cometem em relação ao meio-ambiente e às outras pessoas tais como jogar lixo fora do lixo, cuspir no chão, empurrar as pessoas sem pedir licença, furar fila, falar alto demais em ambientes públicos, emprestar e não devolver, etc. Durante a aula, os meus alunos de antropologia da universidade federal em que eu lecionava, criticavam as pessoas que não respeitam o meio-ambiente. Criticavam os sem sensibilidade em relação a seus semelhantes e diziam até mesmo ter vontade de ir embora do Brasil por tanta falta de respeito que viam todos os dias.

Chegou a hora do intervalo e sem que meus alunos soubessem, pedi a alunos da psicologia comportamental que observassem esses mesmos alunos na cantina da universidade. Na volta à classe, pedi aos alunos de psicologia que relatassem o que haviam observado. Surpresos, meus alunos de antropologia foram acusados, um a um, de terem jogado lixo fora do cesto de lixo, colocado os pés na parede recém pintada da cantina, furado fila, perturbado o ambiente, etc. Quando perguntei aos alunos “infratores” o que eles tinham a dizer, disseram: “Não sabíamos que estávamos sendo observados…”. Em seguida, a nossa discussão foi sobre as razões pelas quais criticamos tanto alguns comportamentos e atitudes e em seguida fazemos as mesmas coisas que acabamos de criticar. A discussão foi sobre a incoerência entre o discurso e a prática.

E não é assim em nossa vida e em nossa empresa? Criticamos o mau  atendimento que recebemos como clientes internos e oferecemos aos nossos clientes internos um atendimento sofrível. Criticamos a qualidade dos serviços que recebemos e não damos a devida atenção à qualidade do que fornecemos. Criticamos os fofoqueiros e falamos mal dos outros. Criticamos os que não cumprem prazos e horários e falhamos com as nossas mais simples obrigações. Criticamos os mentirosos e muitas vezes faltamos com a verdade.  Por que tanta incoerência? Criticar é fácil. Acusar é fácil. Apontar os erros alheios é fácil. Difícil é mudar o nosso comportamento. Difícil é fazer certa a nossa parte. Difícil é começar a reformar o mundo e a humanidade a partir de nós mesmos. Difícil é ser coerente
Pense nisso. Sucesso!

Faça uma auto-análise. Você sabe quais são suas chances reais de progredir na carreira?

A maioria das pessoas não sabe avaliar em que pé estão rumo ao sucesso, elas simplesmente vivem o momento sem se preocupar com o que se espera delas e principalmente com o que elas têm a oferecer e estão oferecendo para a empresa em que trabalham.

Quando falamos em carreiras, promoções, sucesso… nada mais estamos do que decifrando se o que as empresas querem é o que temos condições de oferecer;
obviamente o oposto também porque todos queremos ser reconhecidos e recompensados por nosso trabalho mas neste meio ambiente quem dita as regras são as organizações e o que elas querem nada mais é do que profissionais engajados.

O que é ser um profissional engajado?

Um profissional engajado é aquele que aponta os problemas e mostra as soluções. Apontar falhas é até fácil, já identificar e mostrar soluções nem tanto. Aí está o ponto de diferenciação; o ponto exato onde se pode decolar para patamares mais elevados ou permanecer na mesma situação durante anos e anos ou até que a empresa opte por mudanças.

As organizações querem pessoas com perfil de “engajadores”, pessoas que assumam as dificuldades e consigam ultrapassá-las, profissionais ativos, que procurem a melhoria do seu trabalho e da empresa, que diminuam gastos e maximizem o lucro, que honrem e levantem o nome da empresa.

Profissionais assim têm o sucesso garantido em qualquer área que atuem. Estas características independem de estudo ou formação, elas existem em estado bruto dentro do indivíduo, é latente, embora muitas pessoas não percebam que as possuam por falta de oportunidade de demonstrar, por timidez, por receio dos colegas e chefes, por mil outras razões.

Se entendermos que é isso que as empresas querem e conseguirmos atuar de forma engajada, teremos mais oportunidades e mais êxito em nossas carreiras.

Texto: Simone Castillo

Bruno Kahne é um consultor em Blagnac na França e trabalha com a indústria aeronáutica. Ele escreveu um artigo para a revista Strategy+Business publicada pela Booz & Company e que trata sobre “o que um surdo pode nos ensinar sobre a arte de escutar e fazer com que sejamos ouvidos”. No artigo “As lições do silêncio”, o autor nos conta sobre um executivo que tinha um filho com deficiência auditiva e como eles desenvolvem formas de tornar a comunicação eficaz e a compreensão possível, mesmo com os desafios da ausência da audição.

Ele nos dá cinco lições que podemos aplicar em nossa vida:

1. Olhe nos olhos de quem está falando.

2. Nunca interrompa quem está falando.

3. Fale sempre da maneira mais simples e direta possível.

4. Quando não entender alguma coisa, pergunte.

5. Tenha foco. Mantenha-se concentrado. Não se disperse.

Essas cinco regras básicas para aprender a escutar e ser ouvido podem e devem ser aplicadas por toda e qualquer pessoa. Muitos problemas de comunicação seriam evitados se seguíssemos esses preceitos. Olhar nos olhos de quem fala nos faz aumentar a atenção e demonstra respeito a quem está falando. Interromper quem está falando, além de prejudicar a comunicação demonstra descortesia, desrespeito e falta de educação.

Quando você quiser ter certeza de que será compreendido, seja simples e direto. Tenha coragem para dizer “eu não entendi” e perguntar o que não entendeu. Muitos problemas seriam evitados com essa simples atitude de coragem, franqueza e humildade. Tenha foco. Não se disperse. Não faça muitas coisas ao mesmo tempo. Concentre a sua atenção e terá melhores resultados em sua comunicação.

No mundo silencioso dos portadores de desafios especiais de audição, a comunicação é essencial. Se aplicarmos em nossa vida pessoal e profissional estes cinco conselhos, teremos um aumento espetacular da qualidade de como falamos, ouvimos, compreendemos e somos compreendidos. Pense nisso. Sucesso!

Escrito por Luiz Marins

Auto-estima é o conceito que temos de nós próprios. Quem tem uma baixa auto-estima sente-se sempre incapaz de enfrentar os desafios da realidade e não têm sequer disposição e coragem para tentar, sequer se esforça, pois acredita de antemão, ser incapaz, incompetente, azarado, etc.

Quem tem uma auto-estima elevada, acredita na sua capacidade de enfrentar desafios, mesmo que o que tenha que ser enfrentado se mostre difícil, ele tenta, ele enfrenta, ele não desiste fácil, ele busca o acerto.

Não se deve confundir baixa auto-estima com humildade. Há pessoas que disfarçam sua baixa auto-estima numa capa de pessoa humilde.
Da mesma forma não se deve confundir alta auto-estima com soberba, arrogância, achar-se o maior e invencível.

Há vários graus de baixa auto-estima como há vários graus de alta auto-estima. É natural nós termos receio ao enfrentarmos uma coisa desconhecida. Isso nem sempre é sinônimo de baixa auto-estima. A baixa auto-estima existe quando a pessoa se sente incapaz do sucesso no trabalho, na vida e não tem sequer disposição para lutar.

No mundo competitivo de hoje, ninguém pode vencer com baixa auto-estima. É preciso acreditar em si próprio e na sua capacidade de enfrentar desafios e vencer. É preciso saber que todos merecem o sucesso e podem conseguir chegar onde quiserem desde que trabalhem para isso, lutem para isso com inteligência e vontade.

As pessoas com alta auto-estima querem mais, tentam mais, experimentam mais, erram mais justamente porque fazem mais, participam mais, comprometem-se mais.
Quando você luta, tenta, acredita, faz, erra e acerta, sua auto-estima aumenta e você entra num círculo virtuoso de acreditar na sua própria capacidade.

Achar-se sem sorte, vítima dos outros e do mundo, um eterno incapaz, é uma verdadeira doença que precisa ser combatida com rigor por todos nós, conosco mesmos. E só nós mesmos poderemos combater essa doença.

Pense nisso. Sucesso.

Escrito por: Professor Marins

Simon Franco em seu livro “Criando o Próprio Futuro” lista os dez mandamentos do autodesenvolvimento no ambiente de trabalho. Saiba agora o que você tem que fazer para melhorar.

1 – Apresentação pessoal – Inclui os cuidados que você dispensa a sua aparência. Não significa luxo, roupas de grife ou beleza pessoal, mas atenção com cabelos, unhas, sapatos, adequação entre as roupas que você usa e seu ambiente de trabalho. Esta é uma regra antiga, mas por que é ainda importante? Simplesmente porque uma aparência agradável predispõe as outras pessoas a confiarem em você e facilita a comunicação.

2 – Facilidade de Relacionamento – Se você está sempre em conflito com todo mundo, é grande a probabilidade de você estar sendo um verdadeiro chato, em vez de os chatos serem todos os outros. É necessário criar um ambiente de harmonia durante as atividades profissionais. Antes de qualquer coisa, o trabalho é uma situação de relacionamento social, que precisa funcionar bem para que todos possam desenvolver suas atividades com produtividade.

3 – Facilidade de Comunicação Verbal – Essa capacidade vale tanto para os contatos com os outros profissionais da empresa como para contatos com o público. Você precisa ser capaz de se comunicar adequadamente com qualquer pessoa, compreendendo as solicitações e fornecendo respostas claras. A clareza na comunicação permite que os problemas sejam melhor compreendidos e tenham soluções mais rápidas.

4 – Rapidez de raciocínio de decisão – É fundamental sintetizar rapidamente as informações disponíveis, organizá-las racionalmente e tomar decisões rápidas. É necessário sempre ter consciência de que você não é um elemento isolado, mas parte de uma estrutura maior que depende de seu desempenho pessoal para funcionar bem. Uma decisão adiada ou a demora em resolver os problemas pode colocar em dificuldades outros setores da empresa.

5 – Criatividade – Este é um ponto fundamental: sua capacidade de inovar e melhorar as formas de atuação e rotinas de trabalho para obter melhores resultados. A criatividade é hoje um dos principais pontos de diferenciação. Se você está fazendo as mesmas coisas do mesmo jeito há vários meses, isso pode significar que está sendo incapaz de dar contribuições para a melhoria do trabalho e adotou uma posição comodista ou defensiva.

6 – Liderança – Dentre todas as características, esta é a que se torna cada dia mais importante e não se restringe às chefias. Ser líder não é uma atribuição, mas uma situação. A liderança pertence a quem deve tomar uma decisão, no momento em que toma essa decisão, levando em conta as conseqüências e os possíveis resultados. Nesse momento você pode ser capaz de comandar o processo e se impor, de forma natural, sobre os demais, criando um clima favorável de cooperação. Uma liderança contributiva pode valer mais do que conhecimentos específicos da função ou do setor em que a pessoa ingressa.

7 – Capacidade de observação – Também chamada de visão crítica, a capacidade de observação é que permite identificar pontos que precisam ser melhorados no trabalho. O bom observador tem visão completa dos processos, não se isola e é capaz contribuir para o aprimoramento das tarefas. Para isso, é importante ter conhecimentos além de sua própria especialização. Quem possui aguda capacidade de observação tem condições de se tornar um crítico interno, que levanta os pontos que precisam ser aprimorados.

8 – Capacidade de persuasão – Você deve ser capaz de convencer os outros acertos de seus pontos de vista, com argumentação clara e segurança suficiente para levá-los a aderir ao que você pensa. Essa capacidade aumenta sua chance de interferir positivamente na organização do trabalho e de estimular a implantação de soluções criativas. Ao mesmo tempo, valoriza sua imagem profissional e sua posição dentro da empresa. A dose certa de marketing pessoal é positiva. Esteja bem fundamentado com a técnica, mas não se esqueça de acrescentar um pouco de pirotécnica.

9 – Determinação – Você não deve esperar que alguém sempre lhe diga o que fazer e cobre prazos, mas adotar como suas as metas e cronogramas exigidos pelo trabalho, cumprido-os com segurança e independência. Quanto mais você for capaz de resolver problemas ou propor soluções, mais importante você vai se tornar dentro da empresa, ganhando confiança e respeito. Isso não significa uma atuação isolada. Ao contrário, o trabalho em equipe é hoje preponderante. A determinação permite que você cumpra seu papel da melhor maneira possível.

10 – Resistência emocional – O equilíbrio emocional é de extrema importância nas soluções profissionais, Muito mais do que manter a “cabeça fria”, o profissional de sucesso consegue incorporar emocionalmente os desafios que tem de enfrentar no trabalho, em vez de considerar o emprego como um fardo. Ao se tornar um agente de mudança, qualquer um passa a sofrer com as resistências de pessoas que ainda não deram o primeiro passo para a modernização. Tais resistências não podem gerar frustração nem conflitos emocionais, sob o risco de comprometer o próprio desenvolvimento.

O autor sugere que cada um de nós pode analisar seu próprio comportamento e desempenho e dê nota a si mesmo. Sugere-se que você analise seu próprio comportamento e desempenho e de nota para si mesmo. Isso deve ser feito semanalmente e concentre-se em melhorar nos itens em que perceber mais dificuldades.

Você já pensou no que seu trabalho representa para você? Um meio de sustento, subsistência, oportunidade ou algo penoso que deve ser cumprido todo dia… Existem muitas respostas que podem ser dadas, mas uma coisa é verdadeira. Você nunca será feliz se não der o devido valor a seu trabalho.

O trabalho não deve ser encarado como um fardo, algo sofrido e massacrante. Passamos a maior parte de nossas vidas trabalhando, convivendo com pessoas que muitas vezes nada a tem a ver conosco então devemos tornar nosso lado profissional interessante e alegre. Como fazer isso? Primeiramente analisando se gostamos do que fazemos, pesando na balança os pontos positivos e negativos do nosso trabalho, do lugar em que trabalhamos, lembrando que em qualquer lugar que se trabalhe existem pontos bons e ruins.

Acredito que o ser humano não pode ser feliz atuando em algo que não goste. Esse é o primeiro ponto, porém existem pessoas que só vêem o lado ruim das coisas, menosprezando o que existe de bom e desvalorizando seu local de trabalho. Pessoas assim também nunca serão felizes. É preciso enxergar a verdade e analisar se o que fazemos e onde trabalhamos pode nos trazer ou nos traz felicidade.

Tanto se fala em qualidade de vida, mas é fundamental que a qualidade comece em nosso trabalho, afinal não é fácil acordar todos os dias e sair rumo a um martírio. Por outro lado, para ser bem sucedido é condição básica gostar do que se faz. Ninguém tem sucesso atuando em algo que odeie.

Portanto pense bem se o que você está fazendo hoje é o que realmente deseja estar fazendo e se chegar à conclusão que sim então dê o melhor de si e não tenha medo de sonhar e realizar, afinal você já está no caminho certo.

Se você chegar à conclusão que não, faça o possível para mudar, procure o que realmente quer independente do que os outros achem ou pensem porque você está no caminho errado.

Escrito por: Simone Castillo

Essa é uma das frases mais famosas de Nelson Rodrigues, o grande dramaturgo brasileiro. Se todos concordarem com você, dizia ele, alguma coisa está errada, pois “toda unanimidade é burra”. E ele apenas repete o ditado latino que afirma “cada cabeça, uma sentença”. Não há dois seres humanos iguais. Desde a constituição genética até temperamento e caráter diferem de uma pessoa para outra. Assim, é preciso entender que é uma absurda pretensão querer que todos concordem com você, que pensem como você, que entendam as coisas e os fatos como você, que acreditem em você.

Cada pessoa tem sua própria história. Sua formação é única. Suas experiências são únicas. Seus êxitos e fracassos são únicos. Suas necessidades são únicas. Suas aspirações são únicas. Sua visão do mundo e das pessoas é única. Assim, por mais próximos que estejamos, por mais irmãos que sejamos, por mais amigos que nos consideremos, haverá sempre a diferença de entendimento, de compreensão, de visão. E é justamente essa diferença que faz a maravilha do mundo e das pessoas, a maravilha da individualidade. Portanto, querer que as pessoas sejam iguais e que pensem, entendam e vejam as coisas e o mundo como vemos é negar a própria realidade humana.

Assim, mais uma vez, a tolerância com a diversidade humana é fundamental para o sucesso pessoal e profissional. Rui Barbosa dizia – “embora não concorde com nenhuma das palavras que estais dizendo, hei de lutar até a morte para que tenhais o direito de dizê-las.”  Nada mais indicativo da tolerância!

Vejo pessoas que não compreendendo essa diversidade humana e a riqueza que ela contém, vivem azedas e arrogantes, lutando contra o mundo para fazer valer o seu ponto de vista pessoal, a sua verdade, a sua fé, a sua visão da realidade. É claro que devemos expor e defender nossos pontos de vista e nossa visão, mas temos que fazer isso respeitando a individualidade do outro, as idéias dos outros, a visão alheia e até comportamentos e atitudes essencialmente diferentes dos que temos ou aceitamos. Assim é a vida entre humanos. Quem não compreende essa verdade absoluta sofre a faz sofrer os que com ele ou ela convivem.

Será que realmente compreendemos e aceitamos a diversidade humana? Será que somos tolerantes com as diferenças individuais? Como somos na família, no trabalho, no círculo de amigos? Na vida, enfim?

Pense nisso. Sucesso!

Escrito por Luiz Marins

1. Capacidade de aprendizagem;

2. Dinamismo;

3. Motivação;

4. Identificação do candidato com a empresa;

5. Capacidade de trabalhar em equipe;

6. Comprometimento com os resultados do trabalho;

7. Capacidade de cumprir prazos e horários;

8. Capacidade de comunicar-se e saber expor um ponto de vista.

Estes pontos me foram passados por algumas agências especializadas em recrutamento e seleção que consultei. Agora responda: você seria recontratado para a mesma função que está exercendo hoje em sua empresa? Você preenche os requisitos acima? Você tem consciência de que há muita gente querendo o seu lugar?

Um dos mais interessantes exercícios que pessoas de sucesso fazem é pensar e agir como se cada dia fosse o seu primeiro dia de trabalho. Pensando e agindo assim, elas não se acomodam, não ficam arrogantes, não perdem a noção e a perspectiva da realidade de sua posição. Pensando e agindo assim, elas continuam interessadas em aprender, a ter o dinamismo do começo, a encontrar motivação na rotina, a identificar-se com os objetivos da empresa, a trabalhar em equipe, a fazer tudo para que a empresa obtenha melhores resultados, a cumprir prazos e horários e procurar comunicar-se melhor com seus chefes, colegas, clientes e fornecedores. Daí o seu sucesso.

Conheço pessoas que trabalham olhando para o relógio, se economizando, fazendo menos do que são capazes. Conheço pessoas que são verdadeiros sonâmbulos no trabalho. Conheço os que torcem contra, fazem fofocas, não cumprem prazos nem horários, não colaboram, não participam e não demonstram ter o mínimo desejo de aprender. Daí o seu fracasso.

Você seria recontratado em seu emprego?

Pense nisso. Sucesso

Texto: Luiz Marins

Aqui vão quatro (4) características que fazem um profissional de sucesso:

Primeira – Conhecimento técnico: Não se iluda, é preciso ter conhecimento sobre alguma área específica para se ter sucesso. Na verdade, um profissional só terá sucesso se for realmente competente e mesmo excelente em, ao menos, uma área. Não dá para ser “mais-ou-menos” em tudo e achar que pode vencer. Assim, qualquer que seja a profissão é preciso conhecimento e competência;

Segunda - Comprometimento: Só as pessoas com capacidade de se comprometer totalmente com aquilo que fazem terão sucesso. Comprometimento significa não ficar medindo o tempo ou as possíveis injustiças de sobrecarga de trabalho. Comprometimento significa envolver-se totalmente com os problemas e com as soluções, para que a empresa cresça, se desenvolva, gere riquezas e emprego. Significa não se economizar na inteligência e na vontade.

Terceira - Capacidade de trabalhar em times: Nunca se exigiu tanto das pessoas a disposição para a união. A habilidade de trabalhar em times, grupos, equipes é hoje essencial para o sucesso de qualquer profissional. Conheço profissionais competentes que não têm sucesso profissional por não saberem trabalhar com outras pessoas, respeitar idéias alheias, negociar posições contraditórias em benefício da empresa como uma unidade.

Quarta - Polidez e capacidade de relacionamento: É o que normalmente chamamos no Brasil de “educação”. Pessoas mal educadas não têm sucesso. Pessoas “grossas” têm sido preteridas em promoções em favor de pessoas mais afáveis, com maior capacidade de relacionamento.

 A verdade é que acabou o recreio. Para vencer os desafios do mundo de hoje, o profissional deve buscar o seu aperfeiçoamento global. Aperfeiçoar-se como profissional e como pessoa. Para tornar-se “imperdível” para uma empresa, o empregado deve fazer uma grande diferença nas grandes e nas pequenas coisas, inovar, criar, participar, enfim, ser totalmente comprometido com o sucesso da organização.

Pense nisso. Sucesso!

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