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	<title>Grupo Zeppini</title>
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	<description>Um grupo de empresas de sucesso</description>
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		<title>Como estabelecer metas?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 11:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[O desconhecimento costuma ser o principal fator que nos impede de alcançar nossos objetivos. A maioria das pessoas sofre com a perspectiva de não alcançar as metas às quais se propuseram. E, depois de muitas tentativas, é comum a pessoa desistir desse objetivo, pois passa a se considerar incapaz e se conforma com a noção <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/04/23/como-estabelecer-metas-2/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://grupozeppini.com.br/blogrh/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=lider.jpg" title="lider"><img src="http://grupozeppini.com.br/blogrh/wp-content/photos/lider.jpg" class="centered" alt="lider" width="260" height="160" /></a></p>
<p><em>O desconhecimento costuma ser o principal fator que nos impede de alcançar nossos objetivos. </em></p>
<p>A maioria das pessoas sofre com a perspectiva de não alcançar as metas às quais se propuseram. E, depois de muitas tentativas, é comum a pessoa desistir desse objetivo, pois passa a se considerar incapaz e se conforma com a noção de que não é competente para atingi-lo. </p>
<p>Infelizmente, não por serem extremamente desafiadores, mas porque a pessoa deixa de acreditar em si mesma. Mas, afinal, o que garante a eficácia em atingir as metas? Será a clareza com que elas são definidas? Serão os recursos e estratégias que cada um possui para alcançá-las? Ou será a qualidade dos processos e parcerias que a pessoa estabelece de início? Sim. Todas essas variáveis são importantes e essenciais. Metas bem definidas, estabelecidas com critérios de tempo e mensuração, que consideram as competências e os limites de cada um, têm grande probabilidade de serem alcançadas. </p>
<p>Entretanto, a competência mais eficaz para o alcance das metas é o autoconhecimento pessoal ou profissional. Lembre-se: o desconhecimento que possuímos a nosso respeito costuma ser o principal fator que nos impede de alcançar nossos objetivos. Dentre as muitas competências que deveríamos conhecer para atingir as metas, uma delas é essencial, porém desconhecida de grande parte dos executivos e gestores: é a qualidade da visão. O ser humano pode apresentar três tipos de visão: a arquetípica, a futura e a visão sistêmica. </p>
<p>1. Quem tem visão arquetípica &#8211; &#8220;Enxerga&#8221; como será sua vida no futuro. Não um futuro de dois ou três anos à frente, mas algo entre cinco, dez ou mais anos. Pessoas assim têm um compromisso tão forte com o que vêem para si mesmas no futuro, que isso lhes serve de propulsão.</p>
<p> 2. As pessoas que têm visão futura &#8211; São capazes de uma proeza maior. Elas &#8220;projetam-se&#8221; no futuro e estabelecem submetas vindas do futuro para o presente. É como se elas fossem para lá e voltassem de marcha a ré, deixando marcos de tempo pelo caminho. Eles servirão de âncoras ou balizas que servem de compromissos graduais com objetivos.</p>
<p> 3. Quem tem visão sistêmica &#8211; &#8220;Enxerga&#8221; as metas &#8220;traduzidas&#8221; em processos e em planos de ação. Pessoas assim são capazes de estabelecer estratégias articuladas umas às outras com muita antecedência, suas ações foram &#8220;testadas mentalmente&#8221;, é isso o que as auxilia no alcance das metas. </p>
<p>O ideal é que possamos, em nosso contexto pessoal ou profissional, desenvolver as três qualidades de visão. Entretanto, a maior parte dos profissionais nunca ouviu falar nisso, quanto mais ter consciência da qualidade de visão que possuem.</p>
<p>Por: Rosa Avello </p>
<p>http://carreiras.empregos.com.br/carreira/parceiros/lideranca/180110-como+estabelecer+metas.shtm</p>
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		<title>Dia Mundial da Água completa 20 anos</title>
		<link>http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/03/22/dia-mundial-da-agua-completa-20-anos/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 10:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU &#8211; Organização das Nações Unidas no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural. Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/03/22/dia-mundial-da-agua-completa-20-anos/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://grupozeppini.com.br/blogrh/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=AGUA.jpg" title="AGUA"><img src="http://grupozeppini.com.br/blogrh/wp-content/photos/AGUA.jpg" class="centered" alt="AGUA" width="450" height="236" /></a></p>
<p>O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU &#8211; Organização das Nações Unidas no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.</p>
<p>Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.</p>
<p>No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a &#8220;Declaração Universal dos Direitos da Água&#8221; (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.</p>
<p>Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.</p>
<p>Declaração Universal dos Direitos da Água</p>
<p>Art. 1º &#8211; A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos. </p>
<p>Art. 2º &#8211; A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem. </p>
<p>Art. 3º &#8211; Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia. </p>
<p>Art. 4º &#8211; O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam. </p>
<p>Art. 5º &#8211; A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras. </p>
<p>Art. 6º &#8211; A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo. </p>
<p>Art. 7º &#8211; A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis. </p>
<p>Art. 8º &#8211; A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado. </p>
<p>Art. 9º &#8211; A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social. </p>
<p>Art. 10º &#8211; O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.</p>
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		<title>Como controlar as emoções no trabalho?</title>
		<link>http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/02/24/como-controlar-as-emocoes-no-trabalho/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 09:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por mais que uma pessoa tenha uma vida pessoal considerada estável, isso não irá isentá-la de em determinado momento vivenciar problemas. Evidentemente que há quem enfrente situações mais delicadas do que outras, mas sempre surgirá um fato que faça o indivíduo sentir-se mais frágil e passível de ter suas emoções à flor da pele. Isso <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/02/24/como-controlar-as-emocoes-no-trabalho/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais que uma pessoa tenha uma vida pessoal considerada estável, isso não irá isentá-la de em determinado momento vivenciar problemas. Evidentemente que há quem enfrente situações mais delicadas do que outras, mas sempre surgirá um fato que faça o indivíduo sentir-se mais frágil e passível de ter suas emoções à flor da pele. Isso pode ocorrer em virtude de questões relacionadas à saúde, desentendimento com familiares, desequilíbrio nas finanças, uma paixão não correspondida, enfim, são inúmeros fatores fazem a pessoa ter aquele dia que a remete pensar: &#8220;Era melhor ter ficado em casa&#8221;. Contudo, isso não resolverá problemática alguma e, afinal, todos precisam cumprir com as suas responsabilidades, inclusive no trabalho.</p>
<p>Quando, por exemplo, um profissional chega à empresa sobrecarregado pelas questões pessoais, nem sempre ele consegue administrar bem suas emoções e ao mínimo contato com o colega de trabalho, usa aquele momento como &#8220;cano de escape&#8221; para aliviar suas tensões. Isso pode tornar-se razão para que se crie um distanciamento momentâneo entre as pessoas ou, então, inicie-se uma discussão que pode levar apenas alguns minutos ou ganhar, lamentavelmente, proporções mais sérias. Mas, como agir diante de uma situação como a descrita? Confira a seguir algumas dicas para administrar bem suas emoções diante de um colega de trabalho descontrolado.</p>
<p>1 &#8211; O dia a dia faz com que as pessoas identifiquem determinadas características de personalidades de quem está próximo a elas. Isso também é extensivo nas empresas. Caso você já tenha conhecimento de que seu colega é daqueles que têm &#8220;pavio curto&#8221;, não tente descobrir a todo custo o motivo que o fez chegar com aquela &#8220;cara de quem quer poucos amigos&#8221;. Pode ser que ele queira ficar calado boa parte do dia. Se possível, apenas o cumprimente com um bom dia e deixe que ele próprio consiga relaxar ao longo do expediente.</p>
<p>2 &#8211; Caso precise falar algo relacionado com suas atividades justamente com aquele colega que não se mostra nos melhores dias, seja objetivo e profissional. Não tente dar uma de abelhudo, a menos que ele mesmo se mostre disposto a conversar um pouco para desabafar.</p>
<p>3 &#8211; Se a situação for inversa e seu colega precisar de você para desenvolver alguma atividade, mostre-se receptivo. Mas, não exagere na dose porque há dias em que a pessoa realmente precisa de um momento para si e quando alguém força uma conversa, ele sentirá que sua privacidade foi invadida.</p>
<p>4 &#8211; Rir é um ótimo remédio para afastar o mau humor. No entanto, se um dos seus pares está definitivamente &#8220;carrancudo&#8221; em determinado dia, não force uma situação para tirá-lo daquele estado através de alguma piada ou, então, sobre o resultado do jogo que ocorreu na noite passada. A receptividade diante da sua investida, talvez se torne o &#8220;pontapé&#8221; inicial para algum comentário que você nunca gostaria de ter ouvido.</p>
<p>5 &#8211; Se o seu colega permanecer com o comportamento tenso por mais de um dia e caso você realmente goste dele, se possível, peça alguns minutos do seu gestor para conversar sobre a visível mudança do seu par. Lembre-se de ter esse diálogo reservado, para que a privacidade do seu colega seja assegurada. Algumas vezes, a liderança está com tantas atribuições que o fato pode passar despercebido por dois ou até três dias.</p>
<p>6 &#8211; Ninguém merece ser &#8220;saco de pancadas&#8221; e tampouco servir de &#8220;cano de escape&#8221; para aliviar os problemas de terceiros. Se em determinado momento o seu colega de trabalho chega para você porque sentiu algum desconforto diante de uma atitude sua, mantenha uma conversa reservada com ele.</p>
<p>7 &#8211; Caso o conflito que se forme seja mais complicado do que o esperado, sugira que seja realizado um diálogo diante da presença do seu líder. Isso fará com que o agressor tenha tempo para esfriar a cabeça e até mesmo rever algum posicionamento impróprio que ele mesmo teve com você e até mesmo diante dos demais membros da equipe.</p>
<p>8 &#8211; Há situações em que uma discussão pode ocorrer e que você seja o expectador. Diante da dimensão do fato, procure acalmar as partes envolvidas e se isso não for possível, peça ajuda a outro colega de trabalho que esteja mais próximo. Não deixe que uma confusão ganhe proporções mais sérias, sem ao menos tentar algo para acalmar os ânimos.</p>
<p>9 &#8211; Por mais que alguém tente provocá-lo e tirá-lo do sério, proferindo palavras impróprias ou mesmo atitudes grosseiras, não entre nesse jogo e nem pense em responder com a &#8220;mesma moeda&#8221;. Isso não é um ato de covardia, mas de prudência e que garantirá a você respaldo suficiente para se &#8220;defender&#8221; frente a uma agressão que partiu de algum colega de trabalho. Dizer &#8220;não&#8221; a uma briga é sinal de coragem e nunca de fraqueza.</p>
<p>10 &#8211; Um dos principais fatores que geram conflitos entre os membros de uma equipe é a &#8220;velha e conhecida fofoca&#8221;. Aqueles rumores que rapidamente ganham espaço na sala e até nos corredores das organizações são verdadeiras armadilhas que prejudicam o clima organizacional. Por isso, quando escutar que &#8220;alguém falou algo sobre você&#8221;, antes de esquentar a cabeça ou tomar qualquer atitude precipitada faça alguns questionamentos: </p>
<p>A) Quem fez a informação chegar até você merece sua confiança?<br />
B) A pessoa que supostamente falo algo sobre você é acostumada a ter atitudes dessa natureza?<br />
C) É possível manter um diálogo com a pessoa que supostamente fez comentários impróprios sobre você?<br />
D) Existe um histórico anterior de conflitos entre você e a outra parte?</p>
<p>Por Patrícia Bispo</p>
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		<title>Neocompetência &#8211; Uma nova abordagem para o sucesso profissional</title>
		<link>http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/02/02/neocompetencia-uma-nova-abordagem-para-o-sucesso-profissional/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 09:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[A mais difundida definição para competências foi formulada por Scott B. Parry, em sua obra &#8220;The quest for competencies&#8221;, de 1996, em que ele diz: &#8220;Competências é um agrupamento de conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados, que afeta a maior parte de uma tarefa (papel ou responsabilidade), correlacionado à performance, que pode ser medido a partir <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/02/02/neocompetencia-uma-nova-abordagem-para-o-sucesso-profissional/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mais difundida definição para competências foi formulada por Scott B. Parry, em sua obra &#8220;The quest for competencies&#8221;, de 1996, em que ele diz:</p>
<p>&#8220;Competências é um agrupamento de conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados, que afeta a maior parte de uma tarefa (papel ou responsabilidade), correlacionado à performance, que pode ser medido a partir de parâmetros bem-aceitos, e que pode ser melhorado através de treinamento e desenvolvimento&#8221;.</p>
<p>Esse conceito ficou registrado no mundo acadêmico e corporativo como a Regra do CHA. O &#8220;C&#8221; representa o conhecimento, o saber adquirido. É o processo de instrução e envolve formação, escolaridade, autodidatismo, leituras, cursos e treinamentos realizados.</p>
<p>O &#8220;H&#8221; significa habilidade, o saber fazer. Trata-se da capacidade de produzir a partir do conhecimento adquirido e diz respeito a ações práticas como analisar, interpretar, compreender, julgar, planejar, administrar, comunicar, entre tantas outras. Mediante treino, repetição e prática constante, as habilidades podem ser desenvolvidas e lapidadas.</p>
<p>O &#8220;A&#8221; constitui a atitude, o querer fazer. É a decisão consciente e emocional de agir diante dos fatos, com proatividade e assertividade. Atitudes são constatações, favoráveis ou desfavoráveis, em relação a objetos, pessoas ou eventos. Uma atitude é formada por três componentes: cognição, afeto e comportamento.</p>
<p>Ocorre que o conceito do CHA já não responde às demandas do mundo corporativo atual, motivo pelo qual desenvolvi um novo modelo ao qual intitulei &#8220;Neocompetência&#8221;.</p>
<p>Embora o conhecimento continue imprescindível, na base desta estrutura, é importante pontuar que ele não é mais estático. Aliás, as festas de &#8220;formatura&#8221; nas universidades deveriam ser simplesmente abolidas, porque ao concluir um curso de graduação com quatro anos de duração, por exemplo, muito do que foi estudado no primeiro e segundo anos já está defasado. Disso decorre a importância da atualização, o saber aprender, representando o desafio de ampliar o conhecimento de forma contínua, além da capacidade de discernir sobre o que deve ou não ser aprendido dentre tantas possibilidades.</p>
<p>A atitude, embora seja o elo supremo desta corrente, precisa ser referendada pela realização, o fazer efetivamente, pois muitos que desejam não levam a termo suas ações, capitulando e desistindo no decorrer do caminho.</p>
<p>Neste contexto, surge a premência da motivação, o fazer fazer. Num primeiro instante, do ponto de vista individual, mesmo porque a motivação é um processo pessoal, responsável pela intensidade, direção e persistência dos esforços de uma pessoa para atingir uma determinada meta. A intensidade está relacionada à quantidade de esforço empregado &#8211; muito ou pouco. A direção refere-se a uma escolha qualitativa e quantitativa em face de alternativas diversas. E a persistência reflete o tempo direcionado à prática da ação, indicando se a pessoa desiste ou insiste no cumprimento da tarefa.</p>
<p>Mas para se alcançar a efetividade, precisamos empreender ações não individualmente, mas em equipe. Neste ponto, a motivação converte-se em apoio, sustentação e, em especial, inspiração àqueles que compõem o time.</p>
<p>No estágio seguinte, o profissional competente compreende que conhecimento bom é conhecimento compartilhado e que para evoluir não apenas na hierarquia, mas nos processos de reconhecimento e de autorrealização, é necessário ensinar aos que estão ao seu redor. É o fazer saber, por meio da educação, disseminando experiências, comportamentos e melhores práticas.</p>
<p>Neste momento, surge a importância da autoconsciência de que na medida em que ampliamos nosso espectro de conhecimentos, maior é nossa ignorância diante do universo de possibilidades do saber. A humildade representa o saber saber, a percepção clara e inequívoca de nossas próprias limitações e que nos faz simultaneamente educadores e educandos, combatendo a prepotência e a arrogância. Há que aprender, porém há também que ensinar.</p>
<p>A humildade leva à prática inconteste da verdade. E como não há porque mascarar eventos ou ações passa-se a valorizar a autenticidade, o saber ser, onde importa não o que você tem, mas quem você é. Uma característica singular num mundo tão superficial em determinados aspectos como o que vivenciamos atualmente.</p>
<p>O homem é um ser social por natureza, de modo que deve aprender não apenas a viver, mas também saber conviver, ou seja, viver com seus pares. A isso chamamos sociabilidade.</p>
<p>Por fim, a solidariedade, que remete não à solidão, mas à cooperação, à responsabilidade e à interdependência. É a consciência plena de saber devolver à mesma sociedade em que convivemos um pouco do que aprendemos e somos a fim de mitigar as desigualdades.</p>
<p>Compreendido o conceito moderno de &#8220;competência&#8221;, fica mais fácil para o profissional definir como deve se posicionar. Há competências técnicas, comportamentais, relacionais, valorativas e transcendentais. Mas este é assunto para outra oportunidade.</p>
<p>Por: Tom Coelho </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Seu comportamento envenena o próprio poço?</title>
		<link>http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/01/23/seu-comportamento-envenena-o-proprio-poco/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de alguns seguidos finais de semana apresentando palestras em convenções de vendas, conquistei um final de semana de repouso. Aproveitei para visitar o sítio de um amigo, no litoral de Santa Catarina. Ao chegar, visualizei um poço e o desejo de saborear aquela água foi inevitável. Percebendo meu interesse, meu amigo imediatamente alertou: “Dalmir, <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/01/23/seu-comportamento-envenena-o-proprio-poco/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de alguns seguidos finais de semana apresentando palestras em convenções de vendas, conquistei um final de semana de repouso. Aproveitei para visitar o sítio de um amigo, no litoral de Santa Catarina. Ao chegar, visualizei um poço e o desejo de saborear aquela água foi inevitável. Percebendo meu interesse, meu amigo imediatamente alertou: “Dalmir, lamentavelmente os antigos proprietários do sítio contaminaram a água desse poço”. Naquele momento, passei a refletir que, no ambiente profissional, algo semelhante também acontece diariamente. Algumas pessoas conseguem contaminar o poço do local de trabalho com fofocas, intrigas e perjúrios. Trabalham diariamente insatisfeitos com suas atividades e intolerantes a qualquer acontecimento. Será possível reverter essa situação?</p>
<p>Beneficiar-se com algumas mudanças comportamentais – Um estudo britânico, publicado no periódico “Proceedings of the Royal Society” revela que o riso é um importante ingrediente para aliviar dores musculares. Segundo Robin Dunbar, diretor do Instituto de Antropologia da Universidade de Oxford, a liberação de substâncias químicas que invadem o cérebro durante o riso, conhecidas como endorfina, ajudam a transmitir importante mensagem entre os neurônios, atenuando sinais de dor física e o nível de irritação psicológica. Para não contaminar o poço do ambiente de trabalho, busque substituir a intolerância pelo riso. Não estou sugerindo que você seja um profissional contador de piadas, mas tenha a capacidade de quebrar momentos de tensão com algo lúdico, capaz de provocar o riso. Que tal liberar mais endorfina e conquistar maiores resultados, lembrando que além de beneficiar-se com essa mudança, você também estará ajudando as pessoas que estão a sua volta. Que tal criar um excelente clima de trabalho? Vamos tentar?</p>
<p>Como uma metáfora, perceba como está a água do poço da sua empresa. As pessoas que trabalham com você, podem saborear o gostinho de transparência e seriedade? Relevante destacar que algumas profissões rotineiras, costumam ser vistas como aborrecedores e até estressantes, mas um sorriso, acompanhado de um momento de descontração é uma importante estratégia para favorecer a autoestima das pessoas e contribuir com a socialização. Importante mencionar também que, ambientes de trabalhos limpos, iluminados e atraentes podem ajudar a manter o poço de trabalho com uma água saborosa. Evite contaminar a água do poço e procure constituir ações que favoreçam as relações sociais com maior respeito, empatia e compreensão da diversidade humana. Agora é o momento importante para você responder: Será que meu comportamento está envenenando o próprio poço?</p>
<p>Por: Dalmir Sant&#8217;Anna</p>
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		<title>10 comportamentos que prejudicam a carreira</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 17:46:43 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Não são raros os casos de profissionais que investem quase que a vida toda na aquisição de novos títulos que teoricamente ajudariam a alavancar a ascensão na carreira. No entanto, o que se percebe é que todo o esforço parece ter sido em vão e outros colegas de trabalho, que não possuem tantas especializações até <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2012/01/13/10-comportamentos-que-prejudicam-a-carreira/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não são raros os casos de profissionais que investem quase que a vida toda na aquisição de novos títulos que teoricamente ajudariam a alavancar a ascensão na carreira. No entanto, o que se percebe é que todo o esforço parece ter sido em vão e outros colegas de trabalho, que não possuem tantas especializações até já receberam propostas para gerenciar equipes na própria empresa e convites até mesmo da concorrência. Mas, o que ocorre? A resposta pode estar não no campo técnico, mas na área comportamental do indivíduo. Selecionei algumas atitudes que podem prejudicar a carreira de muitas pessoas, que sem perceberem comprometem o próprio futuro profissional no dia a dia da empresa em que atuam. </p>
<p>1 &#8211; Quando se deparam com o fato de passarem por um processo de avaliação de desempenho, muitos profissionais sentem-se ofendidos e não veem nessa ferramenta, a possibilidade de receber um feedback tanto dos seus pontos fortes quanto daqueles que precisam ser trabalhados. Resultado: deixam uma rica oportunidade de desenvolvimento passar por suas mãos ou, pior ainda, imaginam que a sua avaliação é apenas uma desculpa para que ele seja desligado da organização.</p>
<p>2 &#8211; &#8220;Eu falei e ponto final&#8221;. Quantas pessoas, nesse exato momento, proferem essa frase sem pensar no efeito que elas trarão às suas carreiras? Hoje, a competência comportamental de se mostrar aberto ao diálogo com os demais colegas de trabalho, não importa a função que se exerça, é considerada um diferencial significativo para um mercado altamente competitivo. Se alguém não está disposto a escutar os demais que estão ao seu lado, reduz significativamente as chances de também ser ouvido por outros. Isso, por sua vez, cria um isolamento, uma espécie de quarentena que envolve a pessoa e a deixa alheia ao que acontece ao seu redor.</p>
<p>3 &#8211; &#8220;O quê? Agora que você conseguiu entender esse procedimento? Eu já sei como tudo funciona e os outros sempre devem me procurar, porque estou certo nas minhas decisões e não erro nunca&#8221;. Infelizmente, ainda há profissionais que carregam consigo essa mentalidade e arrogância de serem os melhores. Ninguém é suficientemente &#8220;intocável&#8221; e detentor de todo conhecimento, mesmo que já atue em uma função por anos.</p>
<p>4 &#8211; Para quem apresenta um comportamento como o citado acima, é sinal de que dificilmente essa pessoa estará apta para o desenvolvimento e quando isso ocorre, é porque o &#8220;sinal vermelho&#8221; foi dado faz tempo. Sair da zona de conforto, não representa valor algum para esse tipo de profissional. Afinal é mais cômodo ficar onde está, porque dá menos trabalho e &#8220;em time que ganha, não se mexe&#8221;. Quantos profissionais já amargaram os resultados dessa &#8220;premissa&#8221; ultrapassada?</p>
<p>5 &#8211; O novo sempre gera receio para qualquer indivíduo, isso é muito mais comum do que se imagina. Quem, por acaso, gostaria de pular um muro alto sem saber o que o aguarda do outro lado? Uma pessoa de bom senso, no mínimo, tentaria dar uma &#8220;olhadinha básica&#8221; para não se dar mal. Diante de tanta velocidade no universo globalizado, não dá para ficar parado e esperar que isso passe despercebido e sem consequências para o futuro de uma carreira. Dizer não às mudanças é o mesmo que pisar em um campo cheio de pregos, com os olhos vendados.</p>
<p>6 &#8211; &#8220;O conhecimento que adquiri é apenas meu e não vou compartilhá-lo com quem quer que seja&#8221;. Imagine uma pessoa que se acha detentor do conhecimento e que em momento algum passa pela mente que um dia precisará consultar ou pedir ajuda a algum dos seus pares. Existe uma significativa probabilidade de que esse profissional não consiga apoio dos colegas, uma vez que ele &#8220;sabe de tudo&#8221;.</p>
<p>7 &#8211; Se uma equipe alcança êxito em uma atividade, há quem possa querer ganhar os &#8220;louros&#8221; apenas para si, pois sem sua presença logicamente os resultados não teriam sido alcançados. Todos que formam uma equipe contribuem de alguma forma para a obtenção do êxito. Acreditar que tudo funciona ao seu redor, é característica explícita de uma pessoa egocêntrica e que devido ao seu autoestrelismo, acaba por apagar o próprio brilho. Lembre-se: o espírito de equipe é uma das competências comportamentais mais valorizadas por empresas competitivas e que oferecem ótimas chances de ascensão.</p>
<p>8 &#8211; Não existe problema algum em querer galgar degraus mais altos no campo organizacional. No entanto, há pessoas que extrapolam os limites do bom senso e acreditam que &#8220;pisando nos colegas&#8221;, o sucesso chegará mais fácil. É bom lembrar que todos os dias, as atitudes fazem a nossa marca não apenas junto ao colega que senta ao nosso lado, mas também a toda empresa. E como a facilidade de troca de informações, a imagem do profissional propaga-se mesmo que ele próprio pense que determinados fatos ficarão restritos a quatro paredes. Hoje o network, as redes de relacionamento também costumam ser fontes de pesquisas para saber qual a reputação que o profissional construiu no mercado.</p>
<p>9 &#8211; &#8220;Todos querem tomar meu lugar e não posso confiar nem na moça que serve o cafezinho&#8221;. Quando um profissional chega a esse estágio, existem três alternativas: ou ele procura uma nova colocação no mercado; torna-se foco de conflitos que comprometem o clima organizacional ou, ainda, é um candidato a ter um enfarto ou a provocar um ataque cardíaco no colega ao lado. Caso a pessoa sinta-se perseguida no ambiente de trabalho, é preciso que tenha a atitude de conversar com seu gestor ou o final pode gerar sérios problemas tanto individuais quanto para a coletividade.</p>
<p>10 &#8211; &#8220;Não sei de deveria contar, mas fiquei sabendo de uma novidade!!!&#8221;. Há pessoas que além de estimularem a circulação de boatos dentro da equipe, não perde a oportunidade de acrescentar uma exagerada dose de dramaticidade. Quem usa o seu tempo para &#8220;observar&#8221; o colega, esquece que os ponteiros do relógio não param e que a sua própria vida também passa rapidamente e com ela, boas oportunidades que não mais baterão à porta.</p>
<p>Por Patrícia Bispo.</p>
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		<title>7 competências essenciais para a gestão da sua carreira.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 17:52:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estudos comprovam que existem diversos traços de personalidade e comportamentos em comum que diferenciam os profissionais de sucesso dos demais profissionais. Partes destas competências são naturalmente adquiridas ao longo de suas experiências de vida, e outras são forjadas pela necessidade de se sobressair no mercado de trabalho. Vamos analisar 7 competências que acreditamos serem relevantes <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2011/11/30/7-competencias-essenciais-para-a-gestao-da-sua-carreira/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudos comprovam que existem diversos traços de personalidade e comportamentos em comum que diferenciam os profissionais de sucesso dos demais profissionais. Partes destas competências são naturalmente adquiridas ao longo de suas experiências de vida, e outras são forjadas pela necessidade de se sobressair no mercado de trabalho. Vamos analisar 7 competências que acreditamos serem relevantes para a gestão de qualquer  carreira de sucesso: </p>
<p><strong>Auto-motivação:</strong> capacidade de se motivar continuamente, independente das situações adversas ou contratempos que possam ocorrer em suas vidas.  Hoje é mais importante para as empresas os profissionais que se motivam sozinhos, independente de qualquer bônus no salário, encorajamento dos superiores ou mesmo de palestra motivacionais; </p>
<p><strong>Humor:</strong> arte de gerenciar o próprio estado de espírito, para enfrentar o trabalho do dia a dia e a vida pessoal, mantendo harmonia interior e alegria de viver; </p>
<p><strong>Produção de conhecimento:</strong> capacidade de crescer profissionalmente, adquirindo conhecimentos relativos à sua profissão, e que sejam relevantes para a organização em que trabalha, como também para sua carreira em particular; </p>
<p><strong>Liderança:</strong> capacidade de dirigir pessoas e tirar o melhor delas, levando-as a serem competentes e motivadas por trabalharem em equipe; </p>
<p><strong>Relacionamento Interpessoal:</strong> capacidade de se comunicar com as pessoas em geral de forma eficaz, fazer amigos e influenciar pessoas -  poder de persuasão; </p>
<p><strong>Criatividade:</strong> capacidade de criar  e perceber coisas novas, gerar novas maneiras de fazer tarefas, e reinventar métodos, produtos, formas de trabalhar; </p>
<p><strong>Capacidade de sonhar:</strong> exercício de imaginar coisas  impossíveis e criar condições para realizá-las. Fazer o impossível tornar-se realidade pela imaginação, pela persistência e pela fé.<br />
Evidentemente que existem outras qualidades necessárias ao desenvolvimento de uma carreira, como também outras habilidades em um profissional que seriam importantes para as organizações, mas estas sete competências certamente terão um peso fundamental para projetar uma carreira de sucesso. Como liderar pessoas se você não souber se relacionar com elas, não souber persuadi-las a fazer as tarefas difíceis? Para criar o novo é preciso atitude, é preciso sonhar, é preciso imaginação. Todavia, será necessário persuadir a equipe e conquistar aliados para as novas idéias. Como exigir atitude e criatividade das pessoas dentro da organização se você mesmo não é criativo, vive num estado de acomodação pessoal e profissional? Como motivar as pessoas dentro da empresa se você mesmo precisa ser constantemente motivado? Como manter a organização num ambiente agradável se você é o primeiro a perder o bom humor frente à menor dificuldade? A conclusão que chegamos é a seguinte: os bons profissionais são importantes para as empresas; os profissionais competentes são fundamentais para o sucesso de qualquer organização; mas os líderes eficazes, sonhadores, motivados e bem humorados são absolutamente imprescindíveis em qualquer forma de organização empresarial.</p>
<p>Escrito por: Victor Martinez</p>
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		<title>Você é comprometido com suas decisões?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 10:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atualmente, profissionais comprometidos passam a ser destaque, diante de pessoas que não valorizam o planejamento, o processo de aprendizagem e a determinação nas decisões. Nesse sentido, o comprometimento é um desafio que representa expressivo diferencial competitivo, na busca por melhores resultados para a superação de metas e valorização do conhecimento humano. E como está o <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2011/11/21/voce-e-comprometido-com-suas-decisoes/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, profissionais comprometidos passam a ser destaque, diante de pessoas que não valorizam o planejamento, o processo de aprendizagem e a determinação nas decisões. Nesse sentido, o comprometimento é um desafio que representa expressivo diferencial competitivo, na busca por melhores resultados para a superação de metas e valorização do conhecimento humano. E como está o grau de seu comprometimento? Como ser comprometido com as decisões, se há insegurança em aceitar as mudanças? Como ser comprometido, se o medo é maior que a ação? Observe a seguir, que o comprometimento não acontece em um passe de mágica, mas exige de você, a vontade de acreditar no seu potencial.</p>
<p>Você aceita as mudanças como uma oportunidade? Em decorrência do comodismo, estabilidade ou insegurança, o desafio de aceitar uma mudança gera conflitos e uma sensação de desconforto. Quantas pessoas você conhece que reclamam constantemente da empresa que trabalham? Você conhece pessoas que reclamam diariamente que são infelizes no casamento? Quantas pessoas você conhece que abandonam as decisões, por insegurança de aceitar uma mudança como oportunidade? O que essas pessoas fazem na prática? Simplesmente reclamam e não praticam nenhuma mudança.</p>
<p>Há pessoas que reclamam da empresa, mas não são capazes de ficar uma hora a mais para concluir uma atividade. Também existem aquelas que querem ser as primeiras colocadas, mas quando a empresa convida para um treinamento, dizem que no dia a dia, o ensinamento não funciona. Uma pessoa que somente reclama e não coloca em prática uma mudança, está contaminada com um vírus, chamado comodismo.</p>
<p>Você acredita que toda ação tem uma reação? Cheguei a um posto de combustível. Ao descer do veículo, observei o frentista com uma aparência triste e com uma fisionomia de desânimo. Em uma rápida abordagem, constatei total despreparo e desqualificação. Quando perguntei sobre o preço da gasolina, esse funcionário do posto respondeu que ali era o preço mais caro da cidade. E qual o propósito desse funcionário? A resposta é levar, em um curto espaço de tempo, a empresa à falência. Você concorda comigo? Imagine se a ação desse funcionário é praticada diariamente, durante o expediente de trabalho com outros clientes?</p>
<p>Quero que você faça uma reflexão sobre a história que acabo de relatar. Note que, para esse posto de combustível, passo a ser um consumidor que não voltará mais. E quantos clientes vão fazer o mesmo? Na sua empresa, como está o comprometimento de seus funcionários com sua decisão de encantar os clientes? As pessoas que fazem parte da sua equipe acreditam que toda ação oferece uma reação?</p>
<p>Quando sou convidado para apresentar palestra sobre o tema comprometimento, gosto de realizar a reflexão de que um colaborador, indiferente da sua área de atuação, precisa vestir, transpirar e defender a camisa da organização.</p>
<p>Acima de tudo, ele precisa acreditar que suas determinações vão resultar no encontro da satisfação com o fazer bem feito. Estar comprometido com suas decisões exige esforço para sair do comodismo e aceitar cada mudança como uma oportunidade. Significa entender, que toda ação tem uma reação, que pode contribuir para a contínua construção da sua trajetória de sucesso profissional. Agora responda: Você está comprometido com suas decisões?</p>
<p>Por: Dalmir Sant Anna </p>
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		<title>Sendo possível voltar no tempo, o que você faria?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 09:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de muita turbulência e intensa chuva, o comandante consegue com louvor, pousar no aeroporto de Congonhas (SP). Os passageiros estavam preocupados e com sinais de intranquilidade. Observo uma aeromoça andando pelo corredor da aeronave, solicitando aos passageiros que permaneçam sentados. Sem êxito, comenta com outra aeromoça: &#8220;Eu ganho uma miséria para fazer isso e <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2011/11/08/sendo-possivel-voltar-no-tempo-o-que-voce-faria/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muita turbulência e intensa chuva, o comandante consegue com louvor, pousar no aeroporto de Congonhas (SP). Os passageiros estavam preocupados e com sinais de intranquilidade. Observo uma aeromoça andando pelo corredor da aeronave, solicitando aos passageiros que permaneçam sentados. Sem êxito, comenta com outra aeromoça: &#8220;Eu ganho uma miséria para fazer isso e ninguém obedece!&#8221;. Ouço com atenção e faço reflexões, do quanto o ser humano desperdiça oportunidades, pois ao contrário de mostrar fragilidade emocional, essa profissional poderia mostrar segurança, confiabilidade e profissionalismo. Você concorda? Como diz o antigo ditado &#8220;não adianta chorar por leite derramado&#8221;. Há ocasiões que o desejo de voltar é algo inevitável, mas não há como regressar.</p>
<p>O momento de fazer a diferença é agora &#8211; Entrevistei recentemente, importantes empresários, artistas e esportistas brasileiros para o meu próximo livro. Todos foram unânimes em afirmar que o medo de tentar, seria substituído pela confiança em vencer. Ampliariam o comprometimento, o entusiasmo e a paixão pelo trabalho que realizam. Para conquistar mais resultado na sua vida, acredite que não há como voltar o ponteiro do relógio e, viver novamente um tempo passado. Coloque em prática, o ingrediente do amor ao seu trabalho e jamais esqueça que o momento de fazer a diferença não é no passado, mas sim no presente.</p>
<p>Você é o principal responsável em transformar erro em acerto &#8211; A palavra erro vem do latim errare, que significa vaguear, ou ainda, andar sem direção fixa. Portanto, só pode dizer que existiu um erro, quando há uma prévia direção adotada incorretamente. Há pessoas que não possuem planejamento e visualização de seus sonhos. Com frequência respondem &#8220;não sei&#8221;, ao serem questionadas sobre suas responsabilidades, desejos e metas. Você conhece pessoas assim? Quando há planejamento e objetivos, o monitoramento dos resultados passa a ser frequente, principalmente para a correção de algo equivocado que possa ocorrer. Lembre que você é principal responsável por transformar erro em acerto. Faça uma avaliação de seus resultados e perceba que, inúmeras vezes, você pode evitar o retrabalho, colocando em prática o compromisso de monitorar seu desempenho. Vamos tentar?</p>
<p>Apresentei no início do texto, a conduta da aeromoça no interior da aeronave. Lembra? Certamente seu desejo seria voltar no tempo e corrigir o comentário realizado. Sendo possível voltar no tempo, o que você faria diferente na sua vida? O que impede você de colocar em prática o desejo de uma transformação agora. Qual motivo de deixar para amanhã, a oportunidade de demonstrar profissionalismo, competência e desejo de vencer? Um aluno gostaria de voltar o tempo, e estudar mais para uma avaliação que não conquistou uma nota suficiente para passar de ano. Mas isso não é possível, você concorda? Lembre que o passado serve como recordação e experiência. O amanhã pode ser tarde demais para você viver um grande amor, uma nova descoberta, um novo amanhecer.</p>
<p>Texto: Dalmir Sant&#8217;Anna</p>
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		<title>Há antivírus para combater a fofoca?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 10:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quantos fofoqueiros são necessários para substituir uma lâmpada queimada? Três: um para realizar a tarefa operacional e reclamar pela lâmpada ter queimado e dois para colocar em prática o vírus com comentários negativos sobre a roupa de quem está trabalhando, a maneira como subiu e desceu da escada e posteriormente, provocar comentários de como ficou <a href='http://grupozeppini.com.br/blogrh/2011/10/28/ha-antivirus-para-combater-a-fofoca/'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos fofoqueiros são necessários para substituir uma lâmpada queimada? Três: um para realizar a tarefa operacional e reclamar pela lâmpada ter queimado e dois para colocar em prática o vírus com comentários negativos sobre a roupa de quem está trabalhando, a maneira como subiu e desceu da escada e posteriormente, provocar comentários de como ficou o resultado da iluminação. </p>
<p>O vírus da fofoca pode ocorrer nos locais mais diversos com pequena ou grande quantidade de pessoas, em locais inusitados e quando um trabalhador demonstra expressiva dificuldade em acolher as mudanças que lhe são impostas, seja pelo ambiente profissional em que está inserido, ou ainda, pela forma como os outros colaboradores se relacionam, disseminando entre os colegas que o problema frequentemente está na empresa, na gestão, na liderança, nos equipamentos ou em algum outro fator externo. O antivírus é a ação de não levar adiante uma fofoca, prezando em valorizar a cooperação e estimular a proeminência do companheirismo.</p>
<p><strong>Dar ouvidos a um fofoqueiro pode trazer consequências tristes</strong> &#8211; Lamentavelmente, o fofoqueiro é ainda um personagem garantido em muitas organizações e continuamente, lança o vírus da fofoca fazendo com que inúmeros profissionais levem consigo experiências negativas de empresas onde a fofoca gerou situações constrangedoras. Inúmeros desligamentos e afastamentos de locais de trabalho foram solicitados, em decorrência da dificuldade de adaptação à cultura organizacional e aceitação aos colegas que frequentemente usavam da fofoca para buscar promoções e prejudicar o crescimento de um colaborador. Observe que há pessoas que ficam incomodadas com o sucesso de outras pessoas e acabam não controlando a língua. Há pessoas que aborrecidas, acabam disseminando o vírus da fofoca ao descobrir que você conquistou o primeiro lugar em uma competição, ingressou na universidade, iniciou um curso superior ou realizou uma conquista pessoal. Dar ouvidos a um fofoqueiro pode trazer consequências tristes, pois no momento de tirar os fatos a limpo, você pode ser considerado o culpado da história.</p>
<p><strong>É momento de acionar o antivírus para combater a fofoca</strong> &#8211; Quando um colega de trabalho falar que a &#8220;boca é um túmulo&#8221; utilize o antivírus e realize o combate da fofoca. Detecte o vírus quando um intrigueiro somente fala mal dos outros, dissemina a discórdia e não é capaz de avaliar as falhas cometidas. O antivírus é acionado e entra em ação, quando a equipe de trabalho percebe que os resultados coletivos estão sendo prejudicados em decorrência da maledicência e dos boatos gerados por um ou mais integrantes da empresa. Para realizar a remoção do vírus, a liderança não pode usar intermediários. Deve solicitar uma reunião e de maneira enérgica colocar ponto final na situação. É momento de acionar o antivírus para combater a fofoca e compreender que o vírus pode ser disseminado por falta de experiência, entretanto, o fofoqueiro que recebeu uma dose de antivírus, foi alertado e já está avisado sobre o assunto.</p>
<p><strong>A etiqueta corporativa abrange respeito aos demais colegas</strong> &#8211; Você foi convidado para um almoço por um colega de trabalho. Durante o encontro constata que o assunto principal é a disseminação do vírus da fofoca sobre outros colegas da empresa. Qual a sua conduta? Primeiramente é necessário demonstrar e deixar evidente que você é uma pessoa educada e profissional, agradecendo o convite do almoço.  Em seguida é necessário indicar que a etiqueta corporativa não é algo fútil e seu alcance está além de distinguir entre um garfo de salada e o do prato principal. Acione o antivírus e mostre que não há interesse algum da sua parte, na continuidade da conversa sobre este assunto. Observe que a etiqueta corporativa abrange respeito aos demais colegas, principalmente, quando estes não estão presentes. O clima organizacional perde com a fofoca através do vírus destrutivo do respeito ao próximo.</p>
<p>Normalmente o fofoqueiro é o locutor oficial do programa &#8220;disse-me-disse&#8221; da &#8220;rádio peão&#8221; ou da &#8220;rádio corredor&#8221; (rede informal de comunicação transferida sem controle) e além de veicular intrigas e boatos, disponibiliza parte do seu tempo para ações improdutivas e deixa de realizar contribuições para o crescimento da empresa. Quando um colega de trabalho entrar na sala e anunciar: &#8220;Vocês sabem da última?&#8221;, imediatamente fique atento e acione o &#8220;antivírus do detector de fofocas&#8221;, pois certamente, você estará ouvindo mais uma informação sem que os principais envolvidos estejam presentes.</p>
<p>Artigo: Dalmir Sant Anna</p>
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